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Ghelman Dentistas

Periodontia


Como evitar o amolecimento dos dentes

Os cuidados com a higiene oral são constantemente abordados por dentistas e veiculados pelos meios de comunicação. Mas para que serve esta higienização? Para evitar as cáries, diriam todos prontamente.

Em parte a resposta está correta, mas a maioria das pessoas esquece dos problemas gengivais chamados de Doença Periodontal.

A Doença Periodontal acomete uma grande parcela da população e é, junto com a cárie, a principal causa da perda de dentes em adultos.

Ao se realizar a higiene oral, ou seja, uso do fio dental e escovação dos dentes, pode-se observar um ligeiro sangramento nas gengivas o que pode significar que algo não anda bem com elas.

A Doença Periodontal pode ser dividida em: gengivite, periodontite e periodontite avançada.

A gengivite é a primeira fase da doença. Encontramos as gengivas avermelhadas e inchadas, podendo ocorrer sangramento ao tocá-las. Nesta etapa, os dentes ainda estão firmes, sem dano à estrutura de suporte(osso). A progressão da doença periodontal é a periodontite. Na periodontite podemos observar retração gengival, bolsas entre o dente e a gengiva(bolsas periodontais), inflamação no tecido que faz a união do dente ao osso e perda óssea. Se o processo não for interrompido teremos a periodontite avançada. Neste momento as gengivas estão bastante sangrantes, muito afastadas do dente, as bolsas periodontais ficam mais profundas e podem conter pus. Os dentes ficam com extrema mobilidade, podem ter indicação para serem extraídos ou podem, até mesmo, caírem sozinhos. A perda óssea, nesta etapa, é grave.

A doença periodontal se inicia com a presença da placa bacteriana. A placa não removida pela higiene oral irá produzir toxinas que causarão inflamação gengival. O tártaro é a placa bacteriana que, por não ter sido removida, permanece na boca por mais tempo e se calcifica (endurece).Por sua consistência, o tártaro só pode ser removido pelo dentista. O tártaro ou cálculo dental funciona como uma área de coleta a qual terá sempre a formação de placa bacteriana.

A doença periodontal pode ser mais agressiva se a pessoa possuir alguma dessas características, como: ser fumante, ter diabetes, usar medicamentos que diminuam a defesa do organismo, ter alguém na família que tem ou teve doença periodontal, entre outras.

Por ser indolor, a doença periodontal pode não ser percebida pela própria pessoa. As visitas regulares ao dentista são de extrema importância pois além do profissional examinar os dentes, ele também irá examinar outras estruturas, como a gengiva, e observar se algo está errado. A doença periodontal é quase sempre tratável, se diagnosticada a tempo. Bons hábitos alimentares, higiene bucal eficiente e visitas periódicas ao dentista irão assegurar dentes e gengivas saudáveis.


P: Estou na fase da menopausa e disseram-me que tenho mais propensão em desenvolver doença nas gengivas. Gostaria de um esclarecimento sobre o assunto. - Ivone ( Rio de Janeiro )

R: Com a chegada da menopausa no ciclo hormonal feminino ocorre redução dos hormônios esteróides que podem levar ao surgimento de alguns sinais e sintomas na cavidade oral, tais como secura na boca, dificuldade de se adaptar com próteses removíveis parciais ou totais, alterações no paladar, entre outros. Especificamente, nas gengivas, as características mais comuns relacionadas a elas são: aspecto brilhante e seco, e coloração que varia de um tom de palidez até um vermelho intenso.

A doença periodontal só ocorre quando há acúmulo de placa bacteriana e essas bactérias geram toxinas que irão inflamar e infectar o periodonto. Com mulheres que estão na menopausa não é diferente, se houver acúmulo de placa em um certo nível, a doença periodontal se desenvolverá. A única diferença é em relação à resposta do tecido gengival frente a essa agressão bacteriana. Na menopausa a doença, pela deficiência hormonal, pode ter um desenvolvimento mais agressivo do que em mulheres com índices hormonais normais.

Existem outras fases na vida feminina onde há alterações hormonais como na puberdade, gravidez e até mesmo durante o ciclo menstrual. Nesses períodos a doença periodontal também tem suas peculiaridades. Existem outras doenças associadas com alterações hormonais, como a osteoporose, que durante a menopausa pode causar danos aos ossos, como a mandíbula e a maxila. Vale ressaltar que se houver um bom controle de placa pelo paciente não haverá o desenvolvimento de doença periodontal e que é válida a interação entre o dentista e o ginecologista para tratar doenças bucais relacionadas com hormônios sexuais.



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